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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Disco de Tungstênio: Guarda dados por 1 bilhão de anos

   

   Atualmente o armazenamento de dados tem sido o foco de várias pesquisas... os HD's ainda se expandem e se desenvolvem ao longo dos anos. O disco rígido comum é uma mídia confiável para reter dados por algumas décadas (desde que seja conservado em condições quase insuportáveis, que vão da estabilidade do lugar onde está guardado, não pode levar pancadas, à temperatura, já que oscilações bruscas podem causar danos). Cartões de memória podem ser corrompidos com o tempo e também não são a opção mais durável.

   Uma equipe de pesquisadores alemães e holandeses conseguiram desenvolver um tipo de mídia que é capaz de manter dados intactos por 1 bilhão de anos. Para chegar nesse tipo de confiabilidade, os cientistas desenvolveram um tipo de disco ótico feito de tungstênio, capaz de resistir milênios.

   O material é estável e tende a se manter intacto mesmo quando submetido a variações de temperatura e pressão (para derretê-lo, são necessários 3422 graus Celsius). Essa alta tolerância à temperatura, aliada à baixa taxa de expansão térmica explica porque o material é tão popular entre as lâmpadas incandescentes, por exemplo.

   Talvez essa tecnologia demore a se incorporar no nosso dia-a-dia, mas é um grande avanço para o futuro, pois armazenar informações será a grande chave para conservar a história e os dados de uma civilização.


Quer saber mais?

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

eHealth: Prontuário Eletrônico

    Olá pessoal. Já ouviram falar em eHealth? O eHealth foi o termo que representa basicamente a relação da saúde com a computação. Nosso grupo procura trabalhar nos projetos da disciplina com o Hospital Universitário, então achei um assunto pertinente e muito interessante. Hoje vou mostrar um pouco sobre o Prontuário Eletrônico.

    O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é um prontuário médico digital padronizado e disponivel tanto para médicos quanto para pacientes."Todo atendimento em saúde inclui o envolvimento e a participação de uma variedade de profissionais: dentistas, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, e outros. Além disso, este atendimento ao paciente pode ocorrer em diferentes locais. Para realização destas atividades, são necessárias múltiplas informações de diferentes fontes, que vão garantir a continuidade do processo de cuidado". Então, porque não colocar tudo isso de forma padronizada e totalmente acessível? 

O PEP é exatamente isso. Criar um banco de dados com as informações do paciente sobre consultas, vacinas, operações e alergias, por exemplo, para facilitar o acesso à informação e aos futuros atendimentos médicos. 

Vantagens para o profissional de saúde

  • Rapidez - o usuário é capaz de entrar e recuperar o dado rapidamente, agilizando diagnósticos e a tomada de decisão.
  • Facilidade - o histórico ou situação clínica do paciente tem acesso multiusuário.
  • Comunicação - ampliação da possibilidade de comunicação entre a equipe multiprofissional.
  • Melhora o fluxo de trabalho - aumenta a eficiência e efetividade.
  • Melhora a documentação - mais clareza e legibilidade.
  • Economia de papel..


Riscos para o paciente

  • Perda de privacidade;
  • Risco de planos de saúde com acesso ao prontuário rejeitarem pacientes.

Para finalizar deixo esse vídeo que exemplifica muito bem o papel que um prontuário eletrônico pode trazer tanto para as organizações de saúde como para os pacientes.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Big Data: Projetos que podem mudar o mundo


OLÁ JOVENS! Já ouviram falar do termo "Big Data"?
Para a a área de Tecnologia da Informação e Comunicação o Big Data se refere ao grande armazenamento de dados e maior velocidade. O BD se baseia em 5V's: VELOCIDADE, VOLUME, VARIEDADE, VERACIDADE E VALOR. Saiba mais sobre o Big Data
Basicamente é o conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com dados digitais em volume, variedade e velocidade inéditos até hoje. Na prática, a tecnologia permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, sendo fundamental para a tomada de decisões.
Recentemente o cientista de dados Jake Porway subiu a palco do IBM IOD 2013 (Information OnDemand) para mostrar como o Big Data pode ajudar a população a viver melhor e na palestra mostrou alguns projetos de sucesso que estão em vigor no mundo e são um sucesso. 

Combate à gripe 
O CDC (Centro de Controle de Doenças) dos Estados Unidos reúne dados de diversas fontes como médicos, hospitais, laboratórios, comentários nas redes sociais e mais quatro fontes diferentes. Em uma semana cerca de 700 mil relatórios sobre sintomas de refriados e mais de 5 mil exames para análises são enviados à organização. Com isso, o CDC consegue descobrir onde a gripe está começando, qual a faixa etária está sendo mais ainginda e outras características que ajudam na elaboração da vacina. Eles fazem testes de resistência do vírus e modificam geneticamente a sequência para combater as mutações.

Entrega de água limpa 
Um projeto de crowdsourcing ajuda a capturar, compartilhar e analisar informações sobre o sistema de distribuição de água na África do Sul. O projeto, chamado de 'WaterWatchers', funciona com um aplicativo para Android e mensagens de SMS. Os cidadãos sul-africanos relatam vazamentos, canos com defeito e as condições gerais dos canais de água. Cada informação ajuda a organização a criar soluções para as cidades. Em 2010, apenas 43% das pessoas tinham acesso à água tratada em casa.

Bem-estar das crianças
A ONG formada em 1992 em Washington (Estados Unidos) tem como objetivo interromper o ciclo da pobreza na região fazendo intervenções precoces nas vidas das crianças. A partir deste ano, a ação do grupo se tornou mais efetiva. Eles passaram a usar Big Data para criar mapas com ferramentas interativas que trazem informações relevantes (saúde, segurança e educação) sobre o bem-estar das crianças em toda cidade.  

Cidades mais verdes 
Nova York realizou um projeto para conseguir achar soluções para as áreas verdes da cidade. Usando dados de diversas fontes, como um censu com informações de mais de 600 mil árvores da cidade fornecidas pelos parques da região, o grupo conseguiu prever diversas tendências. A prefeitura descobriu onde a floresta urbana será mais vulnerável daqui alguns anos, onde haverá mais desmatamento e até quais espécies de árvores a cidade terá no futuro.

Fontes: 




terça-feira, 29 de outubro de 2013

Li-Fi: a conexão de dados via lâmpadas


A ideia parece meio estranha, mas cientistas ao redor do mundo acreditam que no futuro a luz terá um papel muito importante em nossas vidas quando relacionado às redes de alta velocidade. Os experimentos com a chamada "Li-fi", que é um tipo de transmissão de dados através da luz, veem mostrando resultados interessantes nos últimos 10 anos. Um grupo de cientistas britânicos dizem ter conseguido trafegar dados à uma velocidade de 10 Gigabits, que é cerca de 10x mais rápida que nossa amada Fibra Ótica. A transmissão de dados é feita ligando e desligando a luz, como o conhecido código binário "0" e "1". A luz é registrada por um fotodetector, que será responsável por transformar a luz em informações.

Ela funciona assim:



É meio óbvio, mas a inovadora Li-Fi não funciona com as lâmpadas normais que temos em casa, pois elas queimariam nos primeiros segundosOs cientistas utilizaram uma lâmpada baseada em LEDs e, de acordo com Harald Haas, um dos autores da tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, assim que as bilhões de lâmpadas das casas e empresas ao redor do mundo adotarem as lâmpadas LED, o Li-Fi estará disponível em praticamente qualquer lugar.

Essa tecnologia ainda tem vários problemas, como o preço das lâmpadas, o fato da luz não ultrapassar obstáculos como as paredes de casa, etc. Mas tudo indica que será uma ótima alternativa à nossas redes Wi-Fi. O Li-Fi já é um pouco utilizada no mar, a Toshiba desenvolveu binóculos marítimos que podem detectar o sinal do Li-Fi emitido por faróis num raio de até 2 km, maior do que o alcance do Wi-Fi tradicional, permitindo ao usuário descobrir as condições de navegação nas imediações. 



Quer saber mais? Acesse: