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terça-feira, 19 de novembro de 2013

ATS - Avaliação de Tecnologia em Saúde

Como poderíamos saber se o uso da Tecnologia na Saúde é seguro? 
É justamento para isso que serve  a ATS, no qual são testados, criados e feito manutenção nas tecnologias relacionadas a saúde, para que aja uma total segurança, pois a área da saúde não permite erros ou falhas, então temos que ter sistemas confiáveis e eficazes.


As tecnologias constituem, atualmente, uma parte indispensável de todo sistema de saúde. No entanto, em um contexto no qual os recursos econômicos são limitados, a correta incorporação e difusão das tecnologias demonstraram ser um desafio para os sistemas de saúde no mundo inteiro.
O conceito de tecnologia em saúde é definido de forma muito ampla e compreende todas as intervenções que podem ser utilizadas para promover a saúde, prevenir, diagnosticar, tratar, reabilitar ou cuidar de doenças em longo prazo. Isto inclui medicamentos, dispositivos, procedimentos e sistemas de organização e suporte dentro dos quais se fornece o atendimento. 

A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é a síntese do conhecimento produzido sobre as implicações da utilização das tecnologias e constitui subsídio técnico importante para a tomada de decisão sobre difusão e incorporação de tecnologias em saúde. Seu objetivo é verificar se uma determinada tecnologia é segura, eficaz e economicamente atrativa em comparação a alternativas.

A ATS caracteriza-se por ser uma área de atuação multidisciplinar, onde diferentes profissionais (como médicos, engenheiros, economistas, estatísticos, matemáticos e pesquisadores com outras formações) atuam conjuntamente para revisar as pesquisas já existentes sobre a segurança e eficácia de uma determinada tecnologia de saúde ou para produzir novos estudos, quando não houver evidências convincentes sobre o desempenho de um tratamento.

Os principais tipos de estudos usados em ATS são:

Revisões sistemáticas e metanálises: usados para reunir de forma organizada os estudos científicos já existentes sobre um novo tratamento. 
Ensaios clínicos: estudos que comparam a eficácia de uma ou mais tecnologias diretamente em pacientes, em condições controladas.
Estudos observacionais: usados para avaliar o desempenho dos tratamentos de saúde no mundo real, fora de condições controladas.
Estudos econômicos: representados principalmente pelos estudos de custo-efetividade, são usados para definir qual a melhor forma de se empregar os recursos financeiros de um sistema de saúde para se obter o maior benefício para a população.

Quer saber mais?  




FONTES E COMPLEMENTOS
 http://www.saude.sp.gov.br/instituto-de-saude/homepage/acesso-rapido/ats/avaliacao-de-tecnologias-em-saude-ats
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1026

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

eHealth: Prontuário Eletrônico

    Olá pessoal. Já ouviram falar em eHealth? O eHealth foi o termo que representa basicamente a relação da saúde com a computação. Nosso grupo procura trabalhar nos projetos da disciplina com o Hospital Universitário, então achei um assunto pertinente e muito interessante. Hoje vou mostrar um pouco sobre o Prontuário Eletrônico.

    O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é um prontuário médico digital padronizado e disponivel tanto para médicos quanto para pacientes."Todo atendimento em saúde inclui o envolvimento e a participação de uma variedade de profissionais: dentistas, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, e outros. Além disso, este atendimento ao paciente pode ocorrer em diferentes locais. Para realização destas atividades, são necessárias múltiplas informações de diferentes fontes, que vão garantir a continuidade do processo de cuidado". Então, porque não colocar tudo isso de forma padronizada e totalmente acessível? 

O PEP é exatamente isso. Criar um banco de dados com as informações do paciente sobre consultas, vacinas, operações e alergias, por exemplo, para facilitar o acesso à informação e aos futuros atendimentos médicos. 

Vantagens para o profissional de saúde

  • Rapidez - o usuário é capaz de entrar e recuperar o dado rapidamente, agilizando diagnósticos e a tomada de decisão.
  • Facilidade - o histórico ou situação clínica do paciente tem acesso multiusuário.
  • Comunicação - ampliação da possibilidade de comunicação entre a equipe multiprofissional.
  • Melhora o fluxo de trabalho - aumenta a eficiência e efetividade.
  • Melhora a documentação - mais clareza e legibilidade.
  • Economia de papel..


Riscos para o paciente

  • Perda de privacidade;
  • Risco de planos de saúde com acesso ao prontuário rejeitarem pacientes.

Para finalizar deixo esse vídeo que exemplifica muito bem o papel que um prontuário eletrônico pode trazer tanto para as organizações de saúde como para os pacientes.