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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Samu no Facebook

Olá Jovens, durante a Campus Party 2014 realizada em São Paulo, o ministro Alexandre Padilha anunciou a criação de um aplicativo que vai permitir que as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) sejam chamadas por meio do Facebook.


O aplicativo permitirá ainda que o usuário acompanhe no celular ou tablet o trajeto do veículo até o local do chamado. Para que isso seja possível, a tecnologia integrará os aplicativos Facebook e Waze. Segundo o Ministério da Saúde, o serviço deverá diminuir o tempo de espera por atendimento.

Essa novidade mostra como o setores de saúde, principalmente a saúde pública, podem utilizar a tecnologia para melhorar seus serviços de maneira eficiente e com pouco custo. 

A tecnologia será usada em fase de testes no Carnaval de Salvador e durante os eventos da Copa do Mundo. O ministério não informou quando a tecnologia estará disponível para todo o País.

O Link para utilizar o aplicativo já está disponível e basta clicar AQUI!


FONTE: http://www.engenhariae.com.br/tecnologia/ja-podemos-acionar-samu-atraves-facebook/

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Disco de Tungstênio: Guarda dados por 1 bilhão de anos

   

   Atualmente o armazenamento de dados tem sido o foco de várias pesquisas... os HD's ainda se expandem e se desenvolvem ao longo dos anos. O disco rígido comum é uma mídia confiável para reter dados por algumas décadas (desde que seja conservado em condições quase insuportáveis, que vão da estabilidade do lugar onde está guardado, não pode levar pancadas, à temperatura, já que oscilações bruscas podem causar danos). Cartões de memória podem ser corrompidos com o tempo e também não são a opção mais durável.

   Uma equipe de pesquisadores alemães e holandeses conseguiram desenvolver um tipo de mídia que é capaz de manter dados intactos por 1 bilhão de anos. Para chegar nesse tipo de confiabilidade, os cientistas desenvolveram um tipo de disco ótico feito de tungstênio, capaz de resistir milênios.

   O material é estável e tende a se manter intacto mesmo quando submetido a variações de temperatura e pressão (para derretê-lo, são necessários 3422 graus Celsius). Essa alta tolerância à temperatura, aliada à baixa taxa de expansão térmica explica porque o material é tão popular entre as lâmpadas incandescentes, por exemplo.

   Talvez essa tecnologia demore a se incorporar no nosso dia-a-dia, mas é um grande avanço para o futuro, pois armazenar informações será a grande chave para conservar a história e os dados de uma civilização.


Quer saber mais?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ATS - Avaliação de Tecnologia em Saúde

Como poderíamos saber se o uso da Tecnologia na Saúde é seguro? 
É justamento para isso que serve  a ATS, no qual são testados, criados e feito manutenção nas tecnologias relacionadas a saúde, para que aja uma total segurança, pois a área da saúde não permite erros ou falhas, então temos que ter sistemas confiáveis e eficazes.


As tecnologias constituem, atualmente, uma parte indispensável de todo sistema de saúde. No entanto, em um contexto no qual os recursos econômicos são limitados, a correta incorporação e difusão das tecnologias demonstraram ser um desafio para os sistemas de saúde no mundo inteiro.
O conceito de tecnologia em saúde é definido de forma muito ampla e compreende todas as intervenções que podem ser utilizadas para promover a saúde, prevenir, diagnosticar, tratar, reabilitar ou cuidar de doenças em longo prazo. Isto inclui medicamentos, dispositivos, procedimentos e sistemas de organização e suporte dentro dos quais se fornece o atendimento. 

A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é a síntese do conhecimento produzido sobre as implicações da utilização das tecnologias e constitui subsídio técnico importante para a tomada de decisão sobre difusão e incorporação de tecnologias em saúde. Seu objetivo é verificar se uma determinada tecnologia é segura, eficaz e economicamente atrativa em comparação a alternativas.

A ATS caracteriza-se por ser uma área de atuação multidisciplinar, onde diferentes profissionais (como médicos, engenheiros, economistas, estatísticos, matemáticos e pesquisadores com outras formações) atuam conjuntamente para revisar as pesquisas já existentes sobre a segurança e eficácia de uma determinada tecnologia de saúde ou para produzir novos estudos, quando não houver evidências convincentes sobre o desempenho de um tratamento.

Os principais tipos de estudos usados em ATS são:

• Revisões sistemáticas e metanálises: usados para reunir de forma organizada os estudos científicos já existentes sobre um novo tratamento. 
• Ensaios clínicos: estudos que comparam a eficácia de uma ou mais tecnologias diretamente em pacientes, em condições controladas.
• Estudos observacionais: usados para avaliar o desempenho dos tratamentos de saúde no mundo real, fora de condições controladas.
• Estudos econômicos: representados principalmente pelos estudos de custo-efetividade, são usados para definir qual a melhor forma de se empregar os recursos financeiros de um sistema de saúde para se obter o maior benefício para a população.

Quer saber mais?  




FONTES E COMPLEMENTOS
 http://www.saude.sp.gov.br/instituto-de-saude/homepage/acesso-rapido/ats/avaliacao-de-tecnologias-em-saude-ats
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1026

terça-feira, 29 de outubro de 2013

RFID

Um pouco sobre RFID para aqueles que ainda estejam com dúvidas sobre essa nova tecnologia de transmissão de dados via onda de radio.

  • O que é o RFID? 
Identificação por radiofrequência ou RFID como é conhecido é um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos denominados etiquetas RFID.

  • Pra que serve o RFID?  
Uma etiqueta ou RFID é um transponder, pequeno objeto que pode ser colocado em uma pessoa, animal, equipamento, embalagem ou produto, dentre outros. Contém chips de silício e antenas que lhe permite responder aos sinais de rádio enviados por uma base transmissora. Além das etiquetas passivas, que respondem ao sinal enviado pela base transmissora, existem ainda as etiquetas semi-passivas e as ativas, dotadas de bateria, que lhes permite enviar o próprio sinal.

O RFID pode ser utilizado em hospitais, veículos, implantados em humanos, na industria, no comercio(Lojas,Celulares, Etc.), desporto e vários outros ambientes.
E uma das grandes polemicas sobre o RFID é que ele pode acabar sendo usado para rastrear pessoas, acabando assim sendo uma forma de invadir a privacidade das pessoas, como umas dessas polemicas podemos ver a sobre o passaporte com o RFID, na reportagem: http://computerworld.uol.com.br/telecom/2008/01/09/idgnoticia.2008-01-09.0224365353/



E também, para aqueles que queiram aprofundar-se no assunto, pode-se acessar a monografia do Sr.Luis Guilherme Zanlourensi através do site: http://www.projetoderedes.com.br/apostilas/apostilas_rede.php e clicar em Identificação por Radiofrequência - RFID





FONTES: http://pt.wikipedia.org/wiki/Identifica%C3%A7%C3%A3o_por_radiofrequ%C3%AAncia#Aplica.C3.A7.C3.B5es
http://computerworld.uol.com.br/telecom/2008/01/09/idgnoticia.2008-01-09.0224365353/
http://www.projetoderedes.com.br/apostilas/apostilas_rede.php


Li-Fi: a conexão de dados via lâmpadas


A ideia parece meio estranha, mas cientistas ao redor do mundo acreditam que no futuro a luz terá um papel muito importante em nossas vidas quando relacionado às redes de alta velocidade. Os experimentos com a chamada "Li-fi", que é um tipo de transmissão de dados através da luz, veem mostrando resultados interessantes nos últimos 10 anos. Um grupo de cientistas britânicos dizem ter conseguido trafegar dados à uma velocidade de 10 Gigabits, que é cerca de 10x mais rápida que nossa amada Fibra Ótica. A transmissão de dados é feita ligando e desligando a luz, como o conhecido código binário "0" e "1". A luz é registrada por um fotodetector, que será responsável por transformar a luz em informações.

Ela funciona assim:



É meio óbvio, mas a inovadora Li-Fi não funciona com as lâmpadas normais que temos em casa, pois elas queimariam nos primeiros segundos. Os cientistas utilizaram uma lâmpada baseada em LEDs e, de acordo com Harald Haas, um dos autores da tecnologia e professor da Universidade de Edimburgo, assim que as bilhões de lâmpadas das casas e empresas ao redor do mundo adotarem as lâmpadas LED, o Li-Fi estará disponível em praticamente qualquer lugar.

Essa tecnologia ainda tem vários problemas, como o preço das lâmpadas, o fato da luz não ultrapassar obstáculos como as paredes de casa, etc. Mas tudo indica que será uma ótima alternativa à nossas redes Wi-Fi. O Li-Fi já é um pouco utilizada no mar, a Toshiba desenvolveu binóculos marítimos que podem detectar o sinal do Li-Fi emitido por faróis num raio de até 2 km, maior do que o alcance do Wi-Fi tradicional, permitindo ao usuário descobrir as condições de navegação nas imediações. 



Quer saber mais? Acesse: